Existe um momento em cada serviço de linha viva em que você ergue os olhos para um técnico numa torre e pensa: isto não deveria exigir um ser humano a 30 metros, ao alcance de um condutor energizado. Durante anos, esse foi simplesmente o custo do trabalho. Não precisa mais ser assim.

Onde o robô realmente se paga

O robô de revestimento isolante Y100-C não é brinquedo nem mágica. Ele se fixa no condutor, avança por ele e deposita uma camada isolante uniforme sem que ninguém toque a parte viva. Já o usamos em serviços onde a alternativa era uma interrupção planejada (receita perdida, clientes irritados) ou uma equipe de acesso por corda sob estrita disciplina de manobra.

A ressalva honesta: não serve para tudo. Trechos de ângulo fechado, condutores danificados e ferragens perto da zona de trabalho ainda pedem uma pessoa. Mas em trechos longos, retos e "chatos" — a maior parte de uma rede de distribuição típica — ele elimina o maior risco do serviço: uma pessoa no lugar errado.

O que mudou para a equipe

Depois da nossa primeira temporada completa com ele, dois pontos chamaram atenção. Primeiro, a pergunta da renovação do seguro sobre "horas de exposição da equipe" teve um número bem menor, e o prêmio refletiu isso. Segundo, os linheiros veteranos não se sentiram substituídos, passaram de "a pessoa na torre" para "quem planeja e supervisiona o robô", que é justamente onde o critério deles vale mais.

Se você está pesando um contra o outro, não comece pelo preço. Comece pelas suas horas de exposição no ano passado e pergunte o que seria preciso para baixar esse número. O robô é uma resposta; tratá-lo como ferramenta de segurança e não como uma rubrica de custo é a mentalidade que o faz valer a pena.

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Hannah Brandt
Líder de soluções em linha viva

Hannah lidera o programa de linha viva da ENOIN e já supervisionou trabalhos de revestimento robótico em três continentes.

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